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SUV da Citroën vende só 27 unidades e dá adeus ao brasil; Renegade segue o mesmo caminho

SUV da Citroën vende só  27 unidades e dá adeus ao brasil; Renegade segue o mesmo caminho

O mercado de SUVs no Brasil está mudando rápido e duas decisões recentes mostram isso com clareza. De um lado, a Jeep reposiciona o Renegade e elimina sua versão mais acessível. Do outro, um modelo da Citroën começa a sair de cena de forma silenciosa.

O resultado é um reposicionamento claro de preços e uma mudança no perfil dos modelos disponíveis.

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Renegade perde versão de entrada e sobe de preço

A Jeep aproveitou a linha 2027 para reorganizar completamente o portfólio do Renegade.

A versão 1.3 T270, que era a mais barata e custava R$ 118.290, saiu de linha.

Com isso, o SUV passa a ter como opção inicial a versão Altitude T270, agora tabelada em R$ 129.990.

Na prática:

• Não existe mais Renegade abaixo de R$ 120 mil

• O modelo sobe de posicionamento no mercado

• A entrada da marca fica mais cara

Essa mudança não foi por acaso.

Avenger chega para ocupar espaço deixado por Renegade

A saída da versão mais barata do Renegade abre espaço direto para o novo Jeep Avenger.

O modelo já está em fase de produção no Brasil e será lançado nos próximos meses.

A estratégia é clara:

• O Avenger assume a faixa dos R$ 120 mil

• O Renegade sobe de categoria

• A Jeep reorganiza sua base de entrada

Mesmo sem preço oficial, é praticamente certo que o novo SUV vai ocupar exatamente o espaço deixado.

Outro SUV entra em fase final no mercado

Enquanto a Jeep reorganiza sua linha, a situação do Aircross é bem diferente.

O modelo segue no configurador, mas já mostra sinais claros de saída.

Os números deixam isso evidente:

• 4.550 unidades vendidas em 2025

• Média de cerca de 380 carros por mês

• Apenas 911 unidades em 2026 até agora

O desempenho é considerado baixo, até mesmo para um produto de nicho.

Versão de cinco lugares do SUV praticamente acabou

A configuração de cinco lugares já está praticamente fora do mercado.

No acumulado recente:

• Apenas 27 unidades foram vendidas

Concessionárias já tratam essa versão como fora de linha.

A estratégia da marca mudou, mas o produto não acompanhou.

SUV ficou sem espaço no mercado

O Aircross acabou ficando em uma posição difícil.

Aircross – Foto: divulgação

Ele não é exatamente barato e também não entrega o nível de tecnologia que o consumidor atual busca.

Hoje, o cenário é outro:

• SUVs compactos estão mais modernos

• Há mais tecnologia embarcada

• O apelo de marca ficou mais forte

Além disso, o avanço dos modelos eletrificados aumentou ainda mais a pressão.

Nem atualização do SUV deve salvar o modelo

Existe a possibilidade de o Aircross receber sistema híbrido leve, como o usado em modelos da Stellantis.

Mesmo assim, a expectativa é baixa.

O problema principal não é só mecânico, mas de posicionamento.

O modelo não conversa com quem busca tecnologia e também não atende quem quer subir de categoria.

Resultado: ficou sem público claro.

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