Quatro Rodas

É possível instalar o sensor de chuva de carro? Saiba como funciona o sistema

É possível instalar o sensor de chuva de carro? Saiba como funciona o sistema

Como funciona o sensor de chuva de carro? É possível instalar isso como acessório? Maurício Cardoso, São Paulo (SP)

O sensor de chuva deixou de ser um item de luxo para equipar a maioria dos carros intermediários, mas o funcionamento desse sistema ainda gera curiosidade.

De acordo com Vinícius Setúbal, coordenador de serviços da Autoglass, esse equipamento funciona através de tecnologia óptica, emitindo feixes de luz infravermelha contra o vidro e monitorando a forma como essa luz retorna.

“Quando o para-brisa está seco, a luz reflete normalmente. Com a presença de gotas de água, essa reflexão é alterada, o que permite ao sensor identificar a chuva e acionar os limpadores, ajustando, inclusive, a velocidade conforme a intensidade da precipitação”, explica Setúbal.

Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber.

Inscreva-se aqui

para receber a nossa newsletter

Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril.

Cadastro efetuado com sucesso!

Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã.

Continua após a publicidade

Na prática, é a mudança na reflexão dos feixes de luz o que permite ao sensor identificar a precipitação e acionar os limpadores automaticamente.

O sistema é inteligente o suficiente para ajustar a velocidade das palhetas conforme a intensidade da água. Quanto mais gotas interrompem o feixe de luz, mais rápida será a frequência de limpeza, garantindo visibilidade constante sem intervenção do motorista.

Sensor de chuva fica próximo ao retrovisor internoDivulgação/Fiat

Continua após a publicidade

É possível instalar como acessório?

Para quem possui um veículo sem sensores de chuva de série, a boa notícia é que o mercado oferece kits universais de sensor de chuva. Segundo Setúbal, esses pacotes costumam ser “dois em um”, trazendo também o sensor crepuscular, responsável pelo acendimento automático dos faróis ao escurecer.

Entretanto, a instalação exige cautela técnica e nem sempre é simples. O processo pode demandar:

• Integração eletrônica: conexão direta com a central elétrica do veículo.

• Fixação específica: uso de adesivos ópticos especiais para garantir que o sensor “leia” o vidro corretamente.

• Posicionamento: geralmente instalado na parte superior central do para-brisa, atrás do retrovisor interno.

Embora viável, o ideal é que o serviço seja feito por especialistas para evitar falhas na central do carro ou danos no acabamento interno.

Publicidade

Leia a materia completa na fonte original:

Ver no Quatro Rodas

Compartilhar

Agradecimento Especial

AA
Andrey Andrade

Arquitetura, desenvolvimento e infraestrutura. 22+ anos criando sistemas de alta performance em Go que processam milhões de requisições.

andreyandrade.com
LU
LigadoUS

Estratégia de SEO, otimização para mecanismos de busca e posicionamento orgânico. Especialistas em SEO local para negócios brasileiros.

ligadous.com