VW T-Cross Seleção é versão Sense mais equipada para marcar a Copa do Mundo
O Volkswagen T-Cross Seleção só chegará às concessionárias e maio, mas já está convocado. É a primeira vez que uma série especial que marca o período da Copa do Mundo de Futebol é baseada em um SUV. A versão tem apelo visual discreto e é baseada na versão de entrada Sense — tradicionalmente focada em vendas diretas e frotistas —, mas recebe equipamentos de catálogos superiores. Será vendido por R$ 129.990.
Do lado de fora, o T-Cross Seleção segue sem as barras longitudinais de teto, mas ganha maçanetas e retrovisores pintados em preto brilhante. As laterais recebem adesivos com o nome “Seleção” e cinco estrelas, enquanto a tampa do porta-malas exibe o escudo da CBF e o escrito “Brasil”.
–Divulgação/Volkswagen
O modelo calça as mesmas rodas de liga leve de 17 polegadas da versão intermediária Comfortline, mas são calçadas com pneus Pirelli Seal Inside, tecnologia até então restrita à versão topo de linha Extreme. O pneu conta com uma massa vedante na parte interna da banda de rodagem que repara furos de até quatro milímetros de diâmetro automaticamente, permitindo que o veículo continue rodando sem perda de pressão de ar.
Por dentro, a cabine incorpora as pedaleiras esportivas de alumínio da versão Highline, tapetes em carpete personalizados e tampão no porta-malas – item que a versão Sense não tem. Há também soleiras exclusivas com easter eggs: do lado do motorista, a peça exibe as formações táticas das seleções brasileiras campeãs do mundo; do lado do passageiro, a frase “Gigantes pela própria natureza”.
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–Divulgação/Volkswagen
De série, o pacote herdado da configuração Sense inclui faróis e lanternas em LED com acendimento automático, painel de instrumentos digital de 8 polegadas, central multimídia VW Play de 10,1 polegadas com espelhamento via aplicativo, seis airbags, freios a disco nas quatro rodas, assistente de partida em rampa, bancos de tecido e sensores de estacionamento traseiros.
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A paleta de cores oferece as opções Preto Ninja, Branco Puro, Prata Pyrit e o Azul Norway. Esta última, geralmente reservada às configurações mais caras da linha, faz alusão ao uniforme reserva da equipe nacional.
–Divulgação/Volkswagen
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A mecânica não sofre alterações. Sob o capô, o SUV é equipado com o motor 200 TSI, um 1.0 turbo flex capaz de render até 128 cv de potência e 20,4 kgfm de torque. O conjunto trabalha sempre acoplado ao câmbio automático de seis marchas.
Tradição era do Gol
Gol Copa 1994Marco de Bari/Quatro Rodas
A relação histórica da Volkswagen com edições limitadas e alusivas à Copa do Mundo ou à Seleção Brasileira começou há mais de 40 anos, sempre apoiada no Gol. A linhagem teve início com o lançamento do Gol Copa em 1982, com tiragem restrita a 3.000 unidades. A receita e o nome retornaram para o torneio de 1994 (mais de 6.000 exemplares) e de 2006 (16.000 unidades).
Em 2002, ano do pentacampeonato, a marca apostou no Gol Sport (15.000 unidades). Já a atual nomenclatura “Seleção” estreou no Gol em 2010, com 3.000 veículos produzidos, e teve seu ápice na edição de 2014, quando o pacote visual foi oferecido de forma simultânea para as linhas Gol, Fox e Voyage, somando um volume de 20.000 unidades nas ruas.
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