Volkswagen Passat híbrido plug-in estreia em 2026 e roda até 1.300 km
Na China, o Volkswagen Passat segue em linha e com bom desempenho comercial. Produzido pela joint venture SAIC-Volkswagen, o sedã médio somou 187.807 unidades vendidas entre janeiro e outubro deste ano. Atualmente rebatizado de Passat Pro, o modelo está prestes a ganhar uma inédita versão híbrida plug-in.
Batizado de Passat ePro PHEV, o modelo foi apresentado durante o Salão de Guangzhou e tem estreia prevista no mercado chinês em 2026. Ele marca a chegada da nova geração da plataforma híbrida da SAIC-Volkswagen e será o primeiro híbrido plug-in da linha Pro.
–SAIC-Volkswagen/Divulgação
Mesmo após passar por um facelift em 2024, a versão PHEV traz alguns detalhes exclusivos para se diferenciar das demais. Os faróis mantêm o mesmo formato, mas o sedã adota novos DRLs em LED, ligados por uma barra iluminada que se estende até o logotipo da Volkswagen. A grade dianteira praticamente desaparece, restando apenas a abertura inferior no para-choque.
Na traseira, o conjunto de lanternas que atravessa a tampa do porta-malas foi mantido, mas com duas mudanças. O logotipo da marca passa a ocupar a posição central, dividindo as luzes em dois blocos, solução semelhante à aplicada na dianteira. Além disso, as lanternas ganham um novo padrão interno de iluminação.
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–SAIC-Volkswagen/Divulgação
O Passat chinês mantém proporções generosas. São 5,017 metros de comprimento, 1,85 metro de largura e 1,48 metro de altura, com distância entre eixos de 2,87 metros. As rodas podem ser de 17 ou 18 polegadas, dependendo da versão.
Sob o capô, o conjunto mecânico combina um motor 1.5 turbo a gasolina de 129 cv — menos potente que o 1.5 turbo de 158 cv da versão convencional — com um motor elétrico que pode chegar a 196 cv. A bateria de 22 kWh, segundo o ciclo chinês CLTC, permite até 150 km de autonomia em modo totalmente elétrico. Já o alcance combinado passa dos 1.300 km.
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–SAIC-Volkswagen/Divulgação
Na cabine, o interior segue a tendência de minimalismo comum aos modelos vendidos na China, com poucos botões no painel — em contraste com o volante, que concentra mais comandos físicos. O destaque fica para o conjunto de telas: são três ao todo, com central multimídia de 13,9 polegadas, quadro de instrumentos digital de 10,3 polegadas e uma terceira tela dedicada ao passageiro dianteiro, recurso visto em modelos de marcas premium como a Mercedes-Benz.
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