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Toyota Hilux elétrica ‘mergulha’ como versão diesel, mas leva menos carga

Toyota Hilux elétrica ‘mergulha’ como versão diesel, mas leva menos carga

A nova geração da Toyota Hilux adotou a estratégia “Multipath” da marca, cuja proposta é de oferecer diferentes opções mecânicas para um mesmo modelo. No caso da picape, continua o clássico motor a diesel, mas inclui-se também variantes eletrificadas, como uma híbrida plug-in. O destaque, porém, vai para a nova (e polêmica) versão elétrica, que teve agora seus primeiros detalhes técnicos revelados.

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Visualmente, a Hilux elétrica tem mais diferenças em relação às demais configurações do que aparenta. A dianteira, por exemplo, mantém intocado apenas o conjunto formado pelos faróis de led e pela barra preta que os une e sustente o nome “Toyota”. Abaixo disso, tudo é diferente.

Divulgação/Toyota

O para-choque tem a porção superior fechada, com uma estreita abertura horizontal. O nicho criado nas extremidades tem formato mais triangular e, a parte inferior, também é nova. Vista de lado, a picape movida a bateria perde os alargadores plásticos dos para-lamas e, no para-lama esquerdo, há o recorte com as tomadas de recarga.

Por dentro, a nova geração tem formas mais quadradas, com o painel de aparência em “blocos”. O quadro de instrumentos tem layout renovado e tela de 12,3 polegadas, mesmo tamanho da central multimídia, que se destaca do painel e tem sistema atualizado.

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Divulgação/Toyota

Feita para ser funcional, a picape tem diversos porta-objetos no interior, como os porta-copos nas extremidades do painel e um compartimento à frente do passageiro, acima do tradicional porta-luvas. Há ainda espaços nas portas e entre os bancos, abaixo do apoio de braço central.

A grande novidade para a Hilux elétrica está na divulgação de detalhes técnicos. Ela será equipada com dois motores, um na dianteira e outro na traseira, caracterizando tração integral. Os números de potência não foram revelados, mas o motor dianteiro terá 20,9 kgfm de torque e, o traseiro, 27,3 kgfm.

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Divulgação/Toyota

Ela utiliza uma bateria de 59,2 kWh, pequena ao se considerar o tamanho da picape. Segundo a Toyota, a autonomia projetada (no ciclo WLTP) é de até 380 km em ciclo exclusivamente urbano.

Por isso, em busca de eficiência e para não sobrecarregar as baterias, a Hilux elétrica tem capacidades de carga reduzidas, de 715 kg para carga e 1.600 kg para reboque. Ou seja, seu foco é para uso de lazer ou trabalho menos pesado, mesmo que sua estrutura, com carroceria sobre chassi, seja a mesma das demais versões. Ela também mantém os bons 21,2 cm de altura livre do solo e 700 mm de capacidade de imersão.

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