McLaren W1: Brasil receberá quatro unidades do hiperesportivo de 1.275 cv
O Brasil, definitivamente, entrou no mapa dos hipercarros. O McLaren W1, que terá apenas 399 unidades fabricadas em todo o mundo, terá quatro exemplares destinados ao mercado brasileiro, importados pela representante UK Motors.
O hiperesportivo sucede a linhagem dos modelos F1 e P1, e custa, na Europa cerca de 2,2 milhões de euros (aproximadamente R$ 12 milhões em conversão direta).
O McLaren W1 tem motor V8 4.0 biturbo, completamente novo e 3,9 cm mais compacto que os anteriores, que sozinho entrega 928 cv. Ele trabalha em conjunto com um motor elétrico de 347 cv posicionado na lateral do câmbio de dupla embreagem de oito marchas. Juntos, somam 1.275 cv e um torque colossal de 136,6 kgfm (quase o dobro dos 73,4 kgfm do P1).
–Divulgação/McLaren
Com tamanha potência, o principal número de desempenho do McLaren W1 é a aceleração de 0 a 200 km/h, cumprida em apenas 5,8 segundos. A velocidade máxima é de 350 km/h, limitada eletronicamente.
Continua após a publicidade
Para manter o peso em 1.399 kg, a McLaren adotou uma bateria compacta com meros 1,4 kWh. O foco não é a autonomia — roda apenas 2 km no modo elétrico —, mas sim o fornecimento imediato de torque e a redução de peso.
–Divulgação/McLaren
A estabilidade em altas velocidades é garantida pelo “efeito solo”. O McLaren W1 utiliza aerodinâmica ativa, com um lábio frontal móvel e asa traseira “Active Longtail” que se estende por até 30 cm. Esse sistema, operado por quatro motores elétricos, gera até 1.000 kg de pressão aerodinâmica (downforce), sendo 350 kg no eixo dianteiro e 650 kg no traseiro, sugando o carro contra o asfalto.
Continua após a publicidade
Assine as newsletters QUATRO RODAS e fique bem informado sobre o universo automotivo com o que você mais gosta e precisa saber.
Inscreva-se aqui
para receber a nossa newsletter
Aceito receber ofertas produtos e serviços do Grupo Abril.
Cadastro efetuado com sucesso!
Você receberá nossa newsletter todas as quintas-feiras pela manhã.
Para suportar tamanha força, a engenharia britânica aplicou suspensões adaptativas com componentes em titânio e peças feitas em impressão 3D. No modo Race, a altura do solo é reduzida em 3,7 cm na frente e 1,7 cm atrás. O McLaren W1 oferece modos de condução específicos como o Grand Prix, para consistência em pista, e o Sprint, focado em uma única volta rápida de qualificação.
–Divulgação/McLaren
Continua após a publicidade
O design rompe com a identidade visual dos modelos recentes, como o 750S, trazendo uma traseira exclusiva e funcional. No interior, o cockpit é focado totalmente no piloto, com ajustes independentes de chassi e transmissão.
O McLaren W1 terá como rival direto a nova Ferrari F80, além do próximo hipercarro da Porsche. Ao menos uma unidade do novo McLaren deverá chegar ao Brasil ainda em 2026.
–Divulgação/McLaren
Publicidade
Leia a materia completa na fonte original:
Ver no Quatro Rodas