Citroën 2CV pode reviver como um hatch elétrico barato até 2028
Uma nova geração do Citroën 2CV será a grande aposta da fabricante para ter um carro elétrico acessível no mercado europeu. No entanto, o custo-benefício deve ser uma das poucas características herdadas do modelo original. A informação foi confirmada por Xavier Chardon, Diretor Executivo da Citroën, durante a apresentação a investidores realizada na última quinta-feira (21).
A única confirmação sobre a motorização do icônico 2CV é sobre o uso de um motor elétrico. Ainda assim, espera-se que o apelido carinhoso de “caracol de lata”, conquistado por atingir 0 a 100 km/h em 30 segundos, não seja revivido no novo modelo, que tem lançamento previsto para 2028.
Citroën 2CVReprodução/Internet
Apesar disso, a carroceria com o design curvo deve continuar, adaptado, é claro, aos conceitos mais recentes da Citroën e de outros veículos elétricos modernos que já vemos no mercado mundial.
A marca afirma que o projeto segue a mesma filosofia que moldou o 2CV original, lançado em 1948 e reconhecido pelo baixo custo. Por isso, o interior do novo 2CV deve trazer soluções simples e pouco refinadas, tudo isso para fazer jus aos pouco menos de 15.000 euros que o hatch deve custar. Os baixos custos de manutenção são outro pilar do projeto desde os primórdios.
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O Diretor Executivo da marca deu um pequeno spoiler do novo hatch, que deve ser apresentado em forma de conceito no Salão do Automóvel de Paris, com a edição de 2026 marcada para acontecer em outubro. O novo Citroën 2CV elétrico faz parte do plano de ter sete novos modelos até 2030 e ao mesmo tempo, se encaixando na estratégia da Stellantis de produzir carros elétricos menores e mais baratos na Europa.
Cirtroën 2CVDivulgação/Citroën
Quando estrear oficialmente, o sucessor do Citroën C1 será posicionado como um dos carros elétricos mais acessíveis da Europa, ultrapassando até mesmo opções já conhecidas pelo baixo custo, como o Dacia Spring, o Renault Twingo e o Dolphin Surf da BYD. A Citroën está usando os reguladores europeus em seu favor e considerando incentivos que favoreçam veículos elétricos menores fabricados localmente. Isso dará à montadora um novo fôlego para investir no segmento.
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